Por Marcus Reed • 2026-09-07

Apple Watch Ultra 4: Chip S11 e limites reais de bateria

A expectativa em torno do novo Apple Watch Ultra 4 ganha contornos mais realistas à medida que se aproxima o evento oficial da Apple. Em vez de uma reformulação estética profunda, os relatórios da indústria apontam para uma evolução focada na eficiência de processamento, picos de brilho no ecrã e calibração de sensores desportivos.

Caixa em titânio consagrada e ecrã com maior luminosidade

Após a integração do ecrã LTPO3 na geração passada, a Apple mantém a caixa em titânio de 49 mm pelo quarto ciclo consecutivo. O vidro frontal plano em safira, o botão de Ação personalizável e a coroa digital protegida permanecem inalterados. Com o microLED adiado para anos futuros, a principal novidade do ecrã situa-se no brilho, que pode atingir cerca de 3.500 nits sob luz solar direta.

No coração do relógio estreia o processador S11, substituindo a arquitetura de núcleos Sawtooth. O ganho do S11 destina-se primariamente ao processamento neural no dispositivo, acelerando as respostas da Siri e a análise biométrica sem depender da rede.

Para aferir o encaixe de braceletes de diferentes gerações, consulte o nosso guia de compatibilidade de braceletes ou valide dimensões na ferramenta de identificação de Apple Watch.

Preserved Benefit: A conceção sólida em titânio de 49 mm assegura máxima robustez contra impactos e mantém compatibilidade total com todas as braceletes Ultra já lançadas.

Explicit Trade-Off: Manter o mesmo perfil físico não reduz a espessura nem o peso no pulso, e a ausência do microLED limita saltos drásticos de autonomia no ecrã.

Satélites GNSS e limites práticos de autonomia no desporto

No capítulo dos sensores, o leitor ótico de frequência cardíaca recebe ajustes de hardware para melhorar a estabilidade da leitura em treinos intervalados de alta intensidade. Já o posicionamento mantém o módulo GNSS de dupla frequência da Broadcom, sem suporte a tri-banda nem chip GPS próprio da Apple nesta fase.

Estes fatores determinam a autonomia prática em provas desportivas. Se o Ultra 3 registava 14 horas de treino contínuo com GPS e pulso na precisão máxima, o Ultra 4 deverá situar-se entre 15 e 17 horas. É uma capacidade suficiente para maratonas e provas de triatlo, mas insuficiente para ultra-maratonas com mais de 24 horas contínuas sem recarga.

Examine os sensores de todas as versões na nossa matriz de sensores ou calcule as suas metas de tempo com a calculadora de ritmo de corrida.